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AGOSTO A GOSTO

MÊS DE CULTO E DE CULTURA

Desenvolver momentos de encontro com a cultura e com a identidade social, comunitária e religiosa de cada um, foi um dos objetivos da iniciativa “AGOSTO A GOSTO – Mês de Culto e de Cultura”, que decorreu durante três semanas, e que foi promovida pelo Serviço de Pastoral da Saúde e Animação da Casa de Saúde do Telhal.

Envolvendo 22 utentes, divididos por três grupos distintos, cada grupo teve, assim, oportunidade de visitar um espaço diferente e emblemático da cidade de Lisboa, encontrando-se com aspetos particulares de uma história e de uma cultura comum e inclusiva.

Simultaneamente, os participantes ensaiaram, também, competências sociais e relacionais, nos diferentes contactos estabelecidos nos diversos locais, sendo permanentemente encorajados ao desenvolvimento dessa prática.

Em cada visita e a cada grupo foram sendo propostas dinâmicas de participação diferentes, às quais era preciso dar resposta e através das quais se estimulava o envolvimento de cada um.

Ao primeiro grupo de visitantes coube a visita à Igreja de Santo António (e à cripta onde nasceu o Santo), à Sé de Lisboa e o desafio de “descobrirem” os primórdios da cidade e de se “introduzirem” na atual paisagem humana que diariamente caracteriza a baixa de Lisboa, com os seus constantes movimentos de cidadãos anónimos, percorrendo algumas daquelas ruas da capital.

Ao segundo grupo foi proposta a visita ao Museu e Mosteiro de S. Vicente de Fora, convidando os utentes a contactar com um dos monumentos mais emblemáticos da cidade e a percorrerem uma herança monárquica e eclesial que marcam a história da Igreja Patriarcal e a sua tradição cultual.

Ao terceiro grupo de visitantes coube uma singular visita ao Museu de Arte Moderna, da Fundação Calouste Gulbenkian, estimulando-se aqui uma experiência sensorial e de expressão corporal, numa invulgar descoberta da pintura, feita através de movimentos cénicos e coreográficos. Aos participantes coube o desafio de apreciar cada quadro e cada obra exposta não apenas com os olhos, mas com o movimento ritmado do seu próprio corpo ou através de gestos de dança contemporânea, dando lugar a curiosas descobertas e novas releituras da arte.

Em todos estes momentos, os participantes foram sendo incentivados à vivência comunitária (de uns para com os outros, em postura de entreajuda) e à vivência social, na relação que tinham de estabelecer em cada local com outras pessoas, mesmo que desconhecidas.

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