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João Cidade nasceu em Montemor-o-Novo no ano de 1495, em dia e mês desconhecidos. Os seus pais, André Cidade e Teresa Duarte, eram comerciantes de fruta e desde cedo teriam educado o pequeno João segundo os valores cristãos.

S. João de Deus

S. João de Deus

O santo português de Montemor-o-Novo. Fundador do Hospital moderno, protector do doentes, bombeiros e enfermeiros.

O Santo Português de Montemor-o-Novo

Cronologia

Cartas

Ler as seis cartas de S. João de Deus ajuda-nos a melhor compreendermos a sua vida e obra.

Uma dessas cartas foi dirigida a Luís Baptista, jovem de carácter e fraco de vontade, natural de Jaén, Andaluzia, que simpatizava com a obra caritativa de João Cidade, o que o levou a escrever-lhe uma carta onde manifestava a sua vontade de colaborar com ele. João responde-lhe, como bom pedagogo, com seriedade de mestre e carinho de pai, não deixando de lhe assinalar os pontos mais vulneráveis.

Duas cartas do espólio joandeíno são dirigidas a Guterres Lasso de Veja, nobre cavaleiro da Ordem de Santiago, natural de Málaga, Andaluzia. Conheceu S. João de Deus quando este foi pedir esmola a sua casa, deixando-se encantar pela candura, simplicidade e caridade daquele mendigo. Sem repulsa, acolheu-o pelo menos duas vezes no seu palácio e comeu com ele à mesa, tendo-se estabelecido entre ambos uma relação de amizade. Este fidalgo prestou relevantes serviços a João de Deus.

A última destinatária das cartas que chegaram até nós é D. Maria de los Cobos Mendoza, 3ª Duquesa de Sesa, a mais insigne benfeitora de S. João de Deus e da sua obra de assistência. A ela, o mendigo de Deus dirigiu três longas cartas a pedir auxílio para os seus protegidos, expondo-lhe a doutrina da mais profunda direcção espiritual e a insuflar-lhe coragem para ir suportando com tranquilidade a ausência do seu “generoso e humilde marido”.

Depois da morte do marido, D. Maria entregou-se por inteiro às obras de piedade: fundou em Baena um convento de Franciscanos e transformou o seu palácio de Granada no Convento da Piedade e do Espírito Santo, de religiosas dominicanas, reservando para si alguns aposentos, onde viveu mais como religiosa do que como Duquesa, vindo a falecer a 28 de Maio de 1604.

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