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Voluntariado

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Qual é o seu forte?

Seja qual for o seu forte, encontrará no Instituto S. João de Deus o espaço para poder potenciá-lo.

Para já, obrigado por ousar ser diferente, por ter a coragem de arriscar de si em função dos outros! No Instituto S. João de Deus acreditamos que, ao desenvolver o seu projeto de voluntariado, valorizamos o seu forte! Connosco é possível descobrir a Hospitalidade como valor essencial à vida, ao jeito de S. João de Deus.

Que o seu forte deixe a marca da amizade junto dos utentes, a da estima junto dos colegas e colaboradores e a da hospitalidade em si próprio.

Para informações sobre os projetos de voluntariado contacte: susana.queiroga@isjd.pt ou pelo telefone 217213300.

TESTEMUNHOS

  • É parte integrante da Filosofia de vida que adotei (yoga), e também da minha natureza desde que tenho memória de mim, ajudar outrem. Logo na 1ª classe na primária, sentia uma grande vontade e felicidade em ajudar os meus colegas nas aulas e exercícios que nos davam. Ao longo da minha vida tenho feito vários tipos de voluntariado (ambiental, social…) mas desde que adotei vários aspetos do yoga na minha vida, o voluntariado ainda me tem preenchido mais a vida, para ainda maior alegria minha. Escolhi ser voluntário hospitaleiro pois, por um lado, os utentes destas casas de saúde são dos mais negligenciados pela sociedade e necessitam de todos os tipos de apoio. Por outro lado, o movimento de yoga ao qual pertenço tem alguma experiência de voluntariado nesta área, o que nos levou a iniciar esta atividade na Madeira, já com alguma “bagagem”. Qualquer que seja o grau de autonomia dos utentes (vamos a praticamente todas as unidades) é uma alegria imensa ver o seu sorriso e felicidade quando chegamos ao início da atividade e apercebem-se de que vai haver música e/ou outros exercícios de yoga.
    David Aveiro
  • O meu testemunho sobre o voluntariado e espiritualidade na Casa de Saúde de S. José: para mim foi bom Deus se lembrar de nós, eu faço sempre oração pelos doentes é aqui com eles que eu sou feliz, pois é o amor ao próximo que me faz ver a verdade é suficiente uma carícia, um sorriso, uma palavra amiga e amanhã começar de novo. Hoje como outrora Deus quer que nos amemos, nós seremos os pés que chegam, e rezemos pelas mãos que os ajudam.
    Margarida Rei
  • Ao visitar estes doentes que após uma vida de trabalho e labuta vêem-se num silêncio em que estão sujeitos aos desígnios da vida, lembra-me o silêncio de Jesus que se sujeitou às injúrias e abandono de quem ele mais procurava amizade, dos seus amigos. Aprendo com eles a ser mais humana e também vou feliz da forma como os profissionais tratam todos os utentes.
    Marinha Costa

Formulário de Voluntariado

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